Atacama
Desierto de Desiertos


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Olha o Fusca dentro do buraco!

25 de Janeiro de 2006

O dia raiou está na hora de partirmos! Com a luz podíamos ver o estrago que os mosquitos nos fizeram a noite. O repelente fez efeito por um tempo, mas fez efeito, pois o Ronaldo que não passou só não foi carregado porque os mosquitos não se uniram. Os braços dele estavam a própria paisagem lunar, a coisa estava feia ali. Sorte que a Ale preparou bem os medicamentos de primeiros socorros. Nosso destino seria São Borja agora, antes de sair lavamos a louça no banheiro que tinha ali perto, comemos um pão e tomamos um copo de café bem tranqüilos.

Alimentados montamos as bagagens no fundo da Kombi, tínhamos que montar mesmo. Tudo encaixava, mais parecia um lego tamanha a perfeição do encaixe. Saímos cedo 9:15 ligamos a Kombi e partimos. 10558 era a kilometragem e girando, pela nossas contas quando chegarmos em Gramado ele vai estar marcando 16700 aproximadamente. Veremos se o Vini é bom nas contas.

Na passada nos despedimos dos guardas, mas eram outros pelo visto não entenderam nada. Paulo na direção e vamos seguir viagem, mas para que lado? Tínhamos que chegar na BR 287, paramos e pedimos informação. Alias isso era o que mais fazíamos durante toda a parte do trajeto. Dadas as coordenadas, tocamos em frente. Mas tínhamos um problema de saída, o velocímetro parou. Uma verdade, carro velho e mecânica sempre, paramos numa tal de "Zapper Tecnologi Mecânica Geral", puta merda isso é nome para uma mecânica? Descemos do carro e eu fui falar com o responsável, vou transcrever o diálogo para mostrar como o mecânico é ruim.

-Bom dia, você é o responsável?
-Sim.
-O velocímetro e o odômetro da Kombi pararam de funcionar, acho que o cabo soltou ou rompeu, pode dar uma olhada?
-Velocímetro, hum... isso é problema elétrico não tenho como fazer.

Fiquei pensando se disse se era uma Kombi ou não por alguns segundos, resolvi repetir.

-Mas amigo é uma Kombi.
-Sim sei, mas não tenho como ver é elétrico.

Depois disso resolvi fazer de conta que estava ouvindo o que ele dizia, voltei para a Kombi e seguimos assim mesmo, se ele não sabia que as partes elétricas da Kombi pode-se contar nos dedos e velocímetro e odômetro não fazem parte desta contagem, imagina o que ira fazer se resolve-se tentar descobrir o erro.

Que pena que ele era um mecânico fajuto, vamos ter que supor a velocidade, e a kilometragem percorrida. Paramos no primeiro posto para abastecer a Kombi que merecia um pouco de gasolina para seguir mandando ver. Ela estava indo bem até aqui fez uma média de 10km/l. Para quem estava calculando, antes de partir, que ela faria 6km/l no máximo. Estávamos no lucro. Enchemos o tanque e seguimos rumo a BR 287. A estrada seguia ruim, mas dava para manter uma média de 80km/h sem stress, um buraco aqui, outro acolá. Subimos uma serra com muitas parreiras, parecia que estávamos indo para Bento Gonçalves, mas a próxima cidade era São Tiago (Mas que beleza!).

Íamos subindo a serra e o do nada aparece um cara cagando no meio do mato, que cena triste é ver uma pessoa cagar. Seguimos mais alguns metros e paramos também, não para cagar mas dar uma mijada e esticar o esqueleto.

Como sou pouco metido, resolvi que ia arrumar o velocímetro. Primeiro deitei por dentro do carro para ver se o engate que ia no velocímetro estava certo. Estava um pouco solto, apertei mais firme. Agora era a vez de descobrir como era na roda. Sei que mais acima expliquei todo o funcionamento desse mecanismo, mas até o momento não tinha a menor idéia de onde ou o que encaixava no que. Deitei embaixo da Kombi, parecia que tinha sido atropelado, procurei o cabo puxei e para piorar estava solto. E agora... Coloquei no mesmo lugar, e fui ver a roda. Tirei a proteção, popular "calota", e apenas observei. Tinha um furo que a que indicava era para o cabo. Pelo menos parecia, forcei um pouco o cabo me esticando todo e "voa-lá" ele apareceu no furo que tinha visto. Muito bem e agora? A ponta do cabo tinha um furo que parecia ter que prender em algo, mas em que? Nova pausa para pensar. Prender na roda? Na calota? Put’s onde? Peguei um prego passei pelo furo e prendi tudo na roda com fita, coloquei a calota de volta e vamos ver no que dá.

Expectativa na saída, atenção no velocímetro, FUNCIONOU!!! Pronto não queria mais nada. Seguimos até São Tiago, a estrada até lá era fechada por árvores, uma pirambeira a direita e parreirais a esquerda, sem dúvida uma estrada bonita, com coisas para se olhar. Chegamos em São Tiago, faltava só mais 135 kilometros.Veja todas as imagens no link do fim da página Aí a coisa encrespou. Já na BR 287 não conseguíamos passar de 30km/h tamanha era a quantidade de buracos.

Dava para achar um Fusca dentro de tão grande que eram. Você dançava na estrada para desviar, as vezes tínhamos que parar o carro para pensar em um caminho. Estava tão complicado que o Paulo não agüentou muito tempo e passou para mim nos primeiros 50 kilometros que ele andou. O resto do trecho foi comigo, bailava na pista. Algumas horas, sair dela e andar na parte sem asfalto não era a pior opção. É vergonhosa a qualidade do asfalto. Uma viagem que duraria duas horas no máximo passou das quatro. E não são 20 kilometros, são 135, é chão para ter que ficar olhando para o chão procurando o melhor lugar para passar os pneus, montar um trajeto a cada segundo. E o pior estava por vir. Em parte da estrada havia chovido aí não tinha mais como saber o que era buraco e o que era desnível. Complicado. Não tenho muito mais a relatar sobre essa estrada, a única coisa que tenho a dizer é que queria chegar logo em São Borja.

Chegamos em um posto de gasolina. Parecia um oásis no meio do deserto de tão bonito. Limpo, no meio de um mar de verde, pasto para tudo que é lado e o posto de gasolina com seu mar de cimento e ferro. Paramos e pedimos quantos kilometros de martírio nos ainda teríamos até São Borja. Ao que ouço do atendente que já estávamos em São Borja, e partindo dali a estrada estava nova. Lhes digo, quase chorei. Não abastecemos ali porque estava um roubo, seguimos já que estávamos perto do destino. Chegando na cidade paramos em outro posto aí entreguei o carro para o próximo motorista. Delon ligou para o guri que ia receber os documentos do carro. Sem esses documentos não poderíamos cruzar a fronteira. E assim teríamos que aguardar até chegar, ou desistir em São Borja, o que seria triste e humilhante.

Estes documentos merecem um parágrafo a parte. Este no caso. A coisa foi mais ou menos assim, na compra a Kombi estava alienada ainda, o pagamento para liberar a papelada saiu muito pouco tempo antes da partida. Esperamos umas duas semanas os papéis e nada, essa primeira espera atrasou em dois dias a saída prevista. Depois deste tempo vimos que faltava mais alguns, novos envios, pagamentos de taxas, mais alguns dias e nada, com isso quatro dias de atraso. Nesse meio tempo o Delon foi para a internet e procurou por uma pessoa que morava em São Borja, achou esse guri, conversou uns cinco minutos com ele e pediu se podia enviar para a sua casa uns documentos. Ele disse que sim, sem problemas. Então depois que a papelada ficasse pronta deveria ser enviada para o endereço de São Borja. E detalhe, só o Delon sabia disso. Aí está o motivo pelos faniquitos que tinha em Cidreira e durante o resto da viagem.

Voltando aos segundos após o Delon desligar o telefone. Silêncio entre todos. Delon toma fôlego, e diz baixo. "Chegou gurizada.", um coro ecoa. "QUE?", ele repete aos berros, "CHEGOU OS DOCUMENTOS!! ESTAMOS LIBERADOS PARA SEGUIR VIAGEM!!" Que alegria, agora sim poderíamos nos tocar adiante. Senti neste momento que o universo estava conspirando para a nossa viagem ser um sucesso. Primeiro conseguimos dormir e tomar banho de graça na UFSM, agora os documentos já tinham chegado, o que faltava?

Até esta hora não tínhamos almoçado ainda, fomos para o centro comer alguma coisa. Paramos em uma lanchonete e comemos um "x" a moda da casa, com Coca-Cola e Cerveja. Após a pujança o Delon, a Ale e o Ronaldão foram até a casa do guri que por sorte ficava perto da lanchonete. Enquanto eles foram para um lado, eu e o Paulo saímos a caça de um açougue, teríamos churrasco para comemorar este momento. Comprada a carne e o carvão, voltamos para a lanchonete, o resto do pessoal já estava lá com os documentos do carro. Quase esqueço, foto com o nosso ajudante.

Antes de sair para procurar um camping o Gustavo queria fazer uma coisa, que vinha falando lá de Cidreira. Queria ir ao cemitério visitar o túmulo de Vargas e do Brizola. O que tínhamos a perder, vamos lá.Veja todas as imagens no link do fim da página Como é engraçado visitar um cemitério, ainda mais um que se prepara para receber turistas. Que coisa mais mórbida. Os túmulos muito bonitos, mas para mim não representavam muita coisa. Para Paulo estar ao lado do túmulo do Brizola era muito emocionante, e respeito isso. Tiramos fotos turista é turista. Comparando os dois túmulos, foi muito mais ruim a perda do Brizola que o do Vargas. A diferença das fachadas era algo. No do Vargas só um busto, e uma imagem de uma mulher ao lado triste. Mas o do Brizola tinha uma representação em tamanho original de uma pseudo "Pietá". Digo pseudo porque a "Pietá" é só Cristo no colo de sua mãe, este é como se estivessem descendo o Cristo, tinha três pessoas o segurando. Talvez exista uma obra que nomeie isto, mas não sei. Por isso chamei de pseudo Pietá.

Feita a visita, saímos a caça de um lugar para passar a noite. Andamos pela cidade meio perdidos. O de sempre, paramos e pedimos informação. "Segue por aqui, por ali e vai..." disse o cidadão. Só não disse para onde iríamos, acho que ia dizer "vai a merda!", pois não chegamos a lugar algum. Paramos no primeiro mercado, afinal tínhamos que comprar cerveja, refrigerante, pão para o café da manhã, manteiga e frios. No mercado pedimos novas informações, estas agora mais precisas, dava referência e tudo, só nos perderíamos se fossemos muito estúpidos. Pelo caminho indicado passamos na frente da AABB (Associação Atlética Banco do Brasil), uma sociedade voltada apenas para funcionários do Banco do Brasil ou para sócios pagantes, mas é o meu banco, por mais de cinco anos. Dei meia volta e entrei. Não custava pedir para ficar por uma noite. Tenho cara de pau mesmo, cara de pau e pouca grana. Entrei no lugar, campos de futebol, piscina, quadra de tênis, lanchonete, dava para lamber o chão da entrada de tão limpo. No primeiro momento só eu e o Gustavo saímos do carro para falar com o responsável do lugar. Cheguei na lanchonete e pedi pelo responsável, pediram o assunto e falei que queríamos ver se era possível passar a noite no lugar, que estávamos de viagem com pouca grana e por aí vai. É claro que fiz uma cara de acabado, mas o importante é que falei firme e ciente do que dizia, assim passava uma impressão de que a coisa estava feia para o nosso lado. Explicado o motivo pelo qual queria falar com o responsável foram acorda-lo. Sim o cara estava dormindo. Pensei, me ferrei acordei o cara, a minha chance de conseguir algo foi pelo ralo. Passou pelo menos uns 10 minutos, chega o responsável, Carlos o nome dele (sempre trate pelo nome as coisas mudam, aprendi isso com o meu pai), me apresentei novamente e contei toda a história para o sonolento Carlos. Ele pediu alguns minutos pois ia falar com os responsáveis pelo lugar. Mãe do céu ninguém assume nada neste mundo, é sempre uma troca de patentes, responsável do responsável do responsável. Ele falava, ora parava para pedir mais alguma coisa que tinha esquecido, voltava ao telefone falava mais um pouco, até que desligou e voltou para falar conosco. "Desculpe pessoal mas não vou poder deixar vocês ficarem.". Que pena pensei, estava saindo, e acho que nesse momento um dos vários anjos que meu pai mandou deu um "sacodidão" no Carlos. Ele pede de longe se pretendíamos ficar muito tempo. Paro e me viro, com um semi-sorriso no rosto. "Não.", respondi secamente. Depois completei: "É só para passar a noite, sairíamos, isso se nos atrasarmos, às 9 horas da manhã. Mas queremos sair antes pois temos muito chão pela frente.". Ele então diz: "Mas vão sair cedo mesmo?", confirmo com a cabeça, e depois disso ouço ele dizer: "Então fiquem aqui.". Mãe do céu, não acreditei. Agradeci o Carlos e fui dar as notícias para o pessoal.

Combinei com o Gustavo para fazermos cara de derrotados, chegamos na Kombi o pessoal todo atirado, pareciam uns lagartos ao sol. No primeiro momento falei baixo como o Delon, depois dei a notícia que podíamos ficar em alto e bom tom. Que alegria! Voltei para a lanchonete para o Carlos nos passar as diretrizes do lugar. Foram poucas, indicou o local para acamparmos permitiu utilizar o que estiver a volta, nada de piscina e banho só a noite. "Se quiserem venham mais a noite pois hoje tem jogo do Inter", disse ele. Gente boa esse Carlos. Fomos para o local que ele falou, tudo de bom, churrasqueira, pia, lugar para montar as barracas, pudemos estender um varal para secar as roupas molhadas e as toalhas do dia anterior. E detalhe, tivemos que fazer amizade com uma cadelinha que estava furiosa conosco sem motivo aparente. Depois descobrimos que ela tinha filhotes ali perto e os motivos ficaram bem claros. Expliquei para ela que não iríamos fazer nada, e que não era para se preocupar, dividimos comida com ela e ficou tudo beleza, em vez de nos atacar começou a nos defender. Isso foi um fato que marcou esse dia. A segunda noite e a segunda vez que tínhamos um "cusco". É real a história que "cachorreiros" atraem cachorros.

Paulo inicia a preparação do prato que mais gosta de fazer. Carne no espeto, popular churrasco, Delon e Ale saem para ligar, caminhar e namorar um pouco, e o resto do povo bebendo, neste resto me incluo. A noite vai chegando e com ela os mosquitos, não na quantidade de Santa Maria, mas em quantidade. Pelo menos aqui o repelente fazia o seu serviço. Outra coisa estranha em São Borja era a quantidade de Cigarras, e a barulheira que elas faziam, barulheira pela altura, mas não atrapalhava, até servia para embalar o sono pois era um som cadenciado. Uma "roncava" outra respondia e assim seguia outra, deu até para sentir um ritmo no "grito da cigarra". Acho que bebemos um bocado. Nesse meio tempo apareceu Carlos, para ver se estava tudo bem. Falamos todos: "Melhor impossível!". Ele já montou umas mesas para servirmos a carne, pegou umas cadeiras e ia arrumando tudo. Se antes estava bom, agora ficou um luxo. Pedimos para ele assinar a bandeira, mas cadê a caneta? Perdemos o pincel atômico. Pedimos para ele, e lá foi o Carlos buscar uma caneta.

Veja todas as imagens no link do fim da páginaVoltou com mais que uma caneta, trouxe de presente uma caneca de alumínio da AABB e nos deu a caneta depois de assinar nossa bandeira. O Convidamos para um churrasco e beber uma cerveja, mas o que ele queria realmente era ver o jogo. Como podem ver estava pronto dês do momento do pedido. Devia ser fanático. Entendemos e agradecemos. Depois desta partida me lembrei que tinha que ligar para a VIVO para solicitar a liberação do aparelho para sair do país.

Nossa como é caro fazer uma ligação, ou até mesmo receber. Cruzado a fronteira só iria utilizar o meu aparelho para fazer contas, anotar alguma coisa na memória e fazer uma ligação se estivesse a beira da morte, ou sem dinheiro para sequer comprar uma bala. Imagina pagar US$ 0,69 por minuto recebido ou ainda US$ 1,91 à 2,12 por minuto ligado da Argentina. O Chile não ficava muito longe só baixava US$ 0,07 dos valores da Argentina. Mas tudo beleza, estava liberado. Qualquer problema que desse era mais negócio ligar para a telefonista e fazer uma ligação internacional a cobrar, e pagar depois para quem recebeu. A atendente da VIVO muito educada ouviu toda a história que eu ia para o Deserto do Atacama, que depois ia para o Pacífico pois tínhamos que dar um "barrigaço" nos dois oceanos. E por aí vai. Depois de passar tudo isso pediu para que eu anotasse os números das operadoras locais, Argentina é 8009995500 e do Chile é 800800272. Disse que eu podia ligar a cobrar para a assistência técnica que é 01139598262. Quando ia desligar disse para ela que era a primeira vez que ia sair do país e que não sabia como ligar de fora para casa, mais uma vez me passou a forma de fazer isso. É simples é só discar 00 55 DDD e o número. Fiquei conversando mais um tempo, na verdade estava é cantando a pobre atendente de voz doce. Quando não tinha mais assunto puxava outro, na verdade estava meio bêbado, talvez não meio, mas um pouco acima disso.

Encerrei a ligação porque me chamaram para comer. Ligações para centrais são a coisa mais fora da real do mundo. Você liga, ouve uma máquina que vai lhe pedindo menus, restritos a 10 opções por vez, você vai indo, indo, chega no local que deseja e não tem nenhuma pessoa no momento para te atender. Daí você desliga liga novamente, põe o dedão sobre o numero cinco de uma forma que pegue outras teclas também, aperta várias ao mesmo tempo aí eles te encaminham para uma pessoa. Essa pessoa deve ser a responsável por atender os retardados que não sabem usar o menu, mas o bom é que ela sempre resolve os teus problemas, ou te passa para uma pessoa que resolva. Então aqui fica uma dica, aperte todos os botões quando cair nessas balelas de menu.

Vamos comer carne! Que maravilha que a evolução nos deixou ser carnívoros e não perdemos por completo os nossos caninos. Sentados numa mesa arrumada, talvez a última, que venha a carne. E que carne! Essas que comemos por aqui não chegam nem aos pés. A textura da carne parece ser diferente sendo o mesmo corte. O sabor, o cheiro, a cor que ficou quando assada, a essas alturas já não sabia se isso era fome ou se realmente a carne era diferente. Talvez o fato de estar fora de casa, perto da fronteira, a beira de uma viagem que mesmo tendo início e fim duraria a vida toda, não sei, mas que a carne tinha um gosto diferente isso tinha. Depois de comer como um padre descansei um pouco e fui tomar um banho para relaxar e cair na cama.

A ducha era uma massagem, que banho bom. Água em abundância, na temperatura ideal e forte. Voltei para o acampamento com os olhos curtos e o olhar distante de sono. Um "boa noite" para os que estavam acordados e praticamente entrei de peixinho na barraca.

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Postagem #1 por Morty

07/15/2014 15:35 — email

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