Atacama
Desierto de Desiertos


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Tô voltando pra casa!

10 de Fevereiro de 2006

Hotel é tudo de bom! Café da manhã, cama boa e chuveiro. Banho quente não tem mastercard que pague esta sensação. É para o Pinguim alado ficar pronto hoje, que alegria vamos voltar. Esperar o bendito tempo passar é uma droga. Gostei de rever Uruguaiana, mas quero voltar para casa.

Ficou pronta! 4 horas da tarde fui com o Vini, Paulo e Gustavo buscar a dita cuja. Até porque se precisasse de grana era conosco. Eu ia passar os cheques do pagamento, louvado Banco do Brasil e a máquina de impressão de cheques. Espero que não descontem antes da data afinal estes realmente eram sem fundo. AHAHAHAH Que horror! Nunca havia passado um cheque sem fundo.

Na mecânica deixei bem claro que o cheque tinha que ser descontado no dia correto senão ia voltar! Eles prontamente concordaram. Kombosa paga, voltamos ao hotel para pegar o pessoal. Ao sair a surpresa! Quebrou um parafuso da direção, não me recordo se foi a barra de torção, mas enfim... voltamos a mecânica. Por sorte o nosso carro é uma Kombi. Arrumaram e 6 horas da tarde estávamos na estrada rumo a Gramado.

Será que meus amigos leitores conhecem o canto Alegretense? Quando estávamos indo para Gramado lembrei dele, até porque estávamos passando pelos locais nomeados na canção, Alegrete e Rosário, vou transcrever a canção. Ela irá falar por si só.

Não me perguntes onde fica o Alegrete
Segue o rumo do seu próprio coração
Cruzarás pela estrada algum ginete
E ouvirás toque de gaita e violão

Prá quem chega de Rosário ao fim da tarde
Ou quem vem de Uruguaiana de manhã
Tem o sol como uma brasa que ainda arde
Mergulhado no Rio Ibirapuitã

Ouve o canto gaucheso e brasileiro
Desta terra que eu amei desde guri
Flor de tuna, camoatim de mel campeiro
Pedra moura das quebradas do Inhanduy

E na hora derradeira que eu mereça
Ver o sol alegretense entardecer
Como os potros vou virar minha cabeça 
Para os pagos no momento de morrer
E nos olhos vou levar o encantamento
Desta terra que eu amei com devoção
Cada verso que eu componho é um pagamento
De uma dívida de amor e gratidão.

Composição: Euclides Fagundes Filho e Antônio Augusto Fagundes

Durante o trajetos fomos revezado, mas agora a lei era não parar mais. Logo nada de pousada, acampamento. Vamos é dormir na Kombi mesmo e em movimento. A estrada enquanto tinha sol é muito bonita, descampado grandes sítios. Pena a bendita máquina estar lotada! Novamente vai ficar na memória, minha memória. E a estrada comendo peguei no volante por um período até altas horas da matina, paramos em um posto e infelizmente não anotei. Mas vou contar como o dia seguinte quando dormi. Que foi logo após este posto. 

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Postagem #1 por Dario

08/26/2015 08:00 — email

Muito bom Beto. Sem vocea jamais teoramis estes momentos registrados. Espero que a ABES tenha como armazenar este acervo para no futuro relembramos o nosso passado. As coisas boas que estamos fazendo Uma abrae7o, Vitorio.

Postagem #2 por wilker

04/22/2011 12:39 — email

voces fizeram o que eu sempre quis fazer com o nosso clube.Parabéns!



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